domingo, 1 de maio de 2016

DEIXAR DE SER HOMOSSEXUAL É UM DIREITO HUMANO E PASSÍVEL DE AJUDA ESTATAL AFIRMA JURISTA



Homossexualismo não é hereditário, não tem causa hormonal, e pode ser tratado, caso a
pessoa queira e os resultados da reversão do estado homossexual tem efeito permanente.


Os termos homossexual, homoafetivo e homofobia estão em voga. Para podermos fazer uma análise jurídica do impacto dessas palavras, devemos descortinar primeiro o seu verdadeiro significado e quais os interesses que as manipulam, de forma a podermos recolocar a questão dos direitos humanos das pessoas com tendências homossexuais no seu devido lugar.


I – HOMOSSEXUALISMO.


Preliminarmente, o termo homossexual, tem uma significação muito precisa dentro da medicina e dos estudos jurídicos, designando “toda pessoa que procura prazeres carnais com pessoas do mesmo sexo.” [1] Deve-se considerar que tal
comportamento não tem fundamento genético ou hormonal, conforme diversos artigos
científicos sobre o tema[2]. O homossexualismo sempre foi tratado no campo da psiquiatria
e da psicologia, causado em sua maior parte por condicionamentos psicoafetivos no seio
de família[3].

Nos últimos anos o movimento gay ganhou aliados poderosos entre as feministas e passou 
a tentar reescrever a história e os fundamentos da medicina[4]. Nesse campo conseguiriam
uma grande vitória triunfal quando a OMS deixou de catalogar o homossexualismo como
doença psiquiátrica.[5] Contudo, essa voz não é uníssona no meio acadêmico[6],
exatamente por existirem vários casos de homossexuais que deixaram a prática com o
auxílio médico e grupos de autoajuda[7], apesar dos protestos do movimento gay.

Na verdade as pessoas que queiram deixar de ser homossexuais têm o direito humano de
poderem fazê-lo e receberem a ajuda estatal, considerando a sua autodeterminação, a
liberdade de consciência e o direito à saúde. Negar esse direito a essas pessoas é uma
forma de coação e de autoritarismo não condizentes com o Estado Democrático de Direito e
os direitos fundamentais. Dessa forma, os direitos humanos dessas pessoas não podem ser
vilipendiados pela força de uma minoria que tem a opinião dos meios de comunicação a seu
favor[8].

Podemos concluir, então, até agora, de acordo com as pesquisas mais recentes, que
homossexualismo não é hereditário, não tem causa hormonal, e pode ser tratado, caso a
pessoa queira e os resultados da reversão do estado homossexual tem efeito permanente.
[9]

Baseados nesses fatos, podemos concluir de ponto de vista jurídico que o impedimento da
atuação dos médicos e psicólogos em casos de homossexualismo não estão em
consonância com os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos homossexuais. Num
ambiente onde o pluralismo, a cidadania e o princípio da dignidade da pessoa humana são
bem entendidos, sem equívocos causados por uma propaganda ideológica, o tratamento do
comportamento homossexual é um direito assegurado a todos que o procurem. Tais
conceitos também devem pautar a atitude dos movimentos pelos direitos dos homossexuais,
eis que devem respeitar a opção de pessoas que não querem viver no estado homossexual.
Também como cidadãos devem receber o mesmo tratamento digno que reivindicam os
homossexuais. Respeitar a pessoa e suas 
opiniões também é um dever constitucional
imposto aos movimentos ditos vanguardistas de 
direitos.



A dignidade da pessoa humana é uma garantia de todas as pessoas, sem exceção, inclusive
quando discordam da opinião de um grupo que pleiteia direitos de isonomia. A isonomia,
contudo, não pode ser entendida como igualitarismo, que tenta colocar todas as situações
pessoais numa postura única, desatendendo as circunstâncias de cada um.



Dessa forma, não seria um luta pela igualdade se o movimento gay discriminasse as pessoas
que pensam diferentemente ou atuam de forma diversa. Da mesma forma, o Estado tem o
dever, com base no mesmo princípio da igualdade, de dar o tratamento adequado para as
pessoas que queiram deixar o homossexualismo. As proibições do Conselho Federal de
Psicologia sobre o tratamento de casos de homossexualismo, portanto, são uma afronta aos
direitos fundamentais à liberdade dessas pessoas previsto nos incisos I, II, VI do art. 5º da
nossa Constituição e bem como ao direito ao correlato livre exercício profissional, previsto
no inciso XIII do mesmo artigo.[10]



II – HOMOAFETIVIDADE.

A palavra homoafetividade, do ponto de vista etimológico, quer dizer “afeto por pessoa do
mesmo sexo” (homo + afetividade). Tal comportamento é tão antigo quanto a humanidade.
Ter afeto, amizade por pessoa do mesmo sexo é uma das bases do relacionamento social.
O afeto entre irmãos, pais e filhos, mães e filhas, amigos e amigas. A palavra, contudo,
surgiu no contexto contemporâneo como uma ferramenta para colocar no mesmo nível de
sentimentos os afetos eróticos de pessoas do mesmo sexo aos afetos heterossexuais. Nesse
contexto a palavra ganhou um “colorido novo” que extrapolou a sua conotação gramatical.

Tem-se, portanto, que para estabelecer a relação de pessoas do mesmo sexo no nível dos
amores eróticos existentes entre homens e mulheres, a palavra devia tomar emprestado toda
a carga emotiva do relacionamento amoroso entre os sexos, para ser levada ao
relacionamento homossexual. E o movimento gay teve êxito nesta empreitada.

Contudo, devemos ressaltar que a carga emotiva dos relacionamentos heterossexuais, tem
uma diferenciação deveras grande daqueles que se passam nos pares homossexuais. Nos
primeiros, o afeto, o desejo amoroso encontra uma correspondência corporal completa, no
ato sexual, de doação dos corpos na relação sexual entre um homem e uma mulher. A
constituição da pessoa humana está, portanto, perfeitamente constituída da expressão
corporal dos sentimentos e pensamentos, pela anatomia dos órgãos humanos, aptos a
expressar a sua espiritualidade e a sua emotividade.

Cada pessoa nasce homem ou mulher. As pessoas humanas são essencialmente sexuais.
Dessa forma, a sua expressão sexual está plasmada em seus corpos de maneira
complementar, recíproca, homem-mulher, para forma um todo relacional, complexo e
completo, que dá origem a outros seres humanos sexuados e, portanto, dotados de uma
corporeidade, racionalidade e espiritualidade específicas: masculinas e femininas.

Dessa forma, a família nasce dessa relação espiritual e corporal. Os sentimentos, como são
expressões psíquicas de difícil controle devem estar submetidos aos ditames da razão. A
razão deve colocar os freios aos ímpetos do ódio, do amor desordenado, da ira, da cobiça,
da inveja, da preguiça, da soberba, e assim, colocar os instintos sensitivos a serviço do bem
maior da pessoa humana. Sem um controle das emoções pelo nível racional os seres
humanos são levados como barcos pela corrente sem destino. Deixados à toada das paixões
 o homem se iguala aos animais irracionais, as bestas.

Dessa forma, a emoção, os sentimentos, mesmos os eróticos devem quadrar os trilhos da
razão e estarem submetidos à vontade. Após os estudos freudianos, passou-se a acreditar
que os instintos eróticos não tem controle ou não necessitam de controle e que a descarga
sexual, seja qual for, atende as finalidades eróticas dos seres humanos[11]. Na verdade,
somente uma sexualidade integrada pela razão e expressada na dualidade dos sexos,
complementa e fortifica o instinto sexual humano e o conduz ao seu fim específico. Nos seres
humanos, os instintos corporais devem ser saciados e modulados pelo uso da razão[12].

Como se pode perceber, o elemento afetivo, não tem capacidade de ser a base sobre a qual
se fundamenta as relações entre as pessoas, ou seja, não o sentimento que diz se uma
relação é boa ou ruim, ou se tem caráter matrimonial ou familiar. As relações entre as pessoas
passam pelo sentimento, mas devem ser guiadas pela razão e pela vontade. Portanto,
basear a união estável de suas pessoas do mesmo sexo somente na ligação efetiva entre
ambos é um erro antropológico grave. O amor, nesse sentido, deve estar orientado para o
bem total da pessoa enquanto ser sexuado, homem e mulher. As relações entre pessoas do
mesmo sexo se dão em outro nível afetivo, que chamamos amizade, que também não é
somente uma questão de afetos. A doutrina civilista que baseia a união estável de pessoas
do mesmo sexo na ligação apenas afetiva existente deixa o campo aberto à poligamia,
poliandria e nas relações de seres humanos com animais. Se somente o afeto que importa,
então qualquer união pode ser validada pela lei civil (dois homens e uma mulher, três
mulheres e um homem, e por aí vai...).

III – HOMOFOBIA


A palavra homofobia entrou nos dicionários como um termo que designa “ódio aos
homossexuais”[13]. Contudo, a homofobia, na tradução das palavras gregas utilizadas,
quer dizer medo das pessoas homossexuais. Ora, fobia de homossexuais, é uma atitude
inversa a aquela que quer designar a palavra[14]. A palavra foi criada para designar a
aversão violenta ou a discriminação social das pessoas homossexuais. A violência e a
discriminação são atitudes contrárias aos direitos das pessoas humanas, contudo, não quer
dizer que o comportamento homossexual deva ser estimulado ou tolerado em qualquer
lugar ou situação.

A expressão do amor corporal entre um homem e uma mulher também estão cercados do
pudor e do recolhimento que se faz necessário para a relação sexual e mesmo as carícias
devem se dar em espaço íntimo e apropriado.

Vemos que os tribunais brasileiros têm exagerado na proteção do direito de não
discriminação gerando um abuso do direito de liberdade de expressão e locomoção dos
homossexuais, atentando contra a moralidade pública. Ademais, a conformação de
legislação de combate à discriminação deve ser ela mesma, não discriminatória, frente aos
direitos das outras pessoas, em especial, no que se refere à proteção da infância, da
maternidade e da família, direitos sociais previstos em nossa constituição.

A proteção dos filhos menores, de atos que atentam contra o pudor necessário para o
convívio social, não pode ser taxada de “homofóbica”, palavra que se tornou uma etiqueta
de poderoso estigma social. Dessa forma, tal etiqueta, deveria somente ser colocada nos
casos de agressão e discriminações graves e dolosas, e nem mesmo nestes casos, pois a
etiqueta gera muitos preconceitos que podem dificultar o correto julgamento do
comportamento analisado.

De outra sorte, a maternidade deve ser protegida e incentivada em face das necessidades 
elementares do estado: a sobrevivência da nação[15]. A diminuição gradativa da população
economicamente ativa, em face dos baixos índices de fertilidade já tem causada uma
implosão demográfica nos países europeus e com certeza também atingirá o Brasil que
também possui taxa de crescimento populacional abaixo do índice de reposição[16]. O
incentivo da prática homossexual e o reconhecimento civil dessas uniões, traz graves
prejuízos ao desenvolvimento social e econômico da nação, pelo fator desagregador da
família natural, a base geradora e educadora do corpo social. Sobre este ponto convém
trazer a baila o preciso parecer do filósofo Martin Rhonheimer:



“Antes de mais nada, devemos ter presente que o reconhecimento público do matrimônio
entre um homem e uma mulher não é simplesmente a promoção pública de uma determinada
escolha moral ou uma coação exercida sobre os que preferem fazer escolhas diferentes. Não
pretende prescrever aos cidadãos como devem ser felizes. Baseia-se no fato de a
comunidade de vida no matrimônio heterossexual ser a instituição fundamental graças à qual
a sociedade – como comunidade de cidadãos – está edificada: o matrimônio é comunidade
de reprodução, de educação, e de sociabilidade, com funções e efeitos específicos –
enquanto fonte, mediante os bens herdados, de riqueza e estrutura distributiva – que são
regulados pela lei no interesse de todos. O que o estado reconhece de modo especial e
mediante um estatuto especial é, pois uma específica comunidade de vida, isto é,
comunidade aberta à transmissão da vida e por isso possível unicamente entre pessoas de
sexo diverso, com uma missão social e educativa.”[17]



Os direitos de proteção da dignidade intrínseca das pessoas com tendências homossexuais
não chega ao ponto de igualar tais relacionamentos à família natural, que é e sempre será
o motor vital da sociedade.[18]


Notas


[1] SILVA, De Plácido e. Vocabulário Jurídico. Rio de Janeiro, 2006, p. 686. EGRECCIA,
Elio. Manual de Bioética. Vol.II. São Paulo : Editora Loyola, 1997, p. 109.

[2] PARKER, David. Sexual Expression: a Global perspective, in Sex, Cells, and Same-Sex
Desire, Taylor & Francis, Inc. January, 1995, p. 427; Gooren, Louis. Biomedical concepts of
Homosexuality: Folkbelief in a white coat” in Sex, Cells, and Same-Sex Desire, Taylor &
Francis, Inc. January, 1995 p. 263.

[3] SCRECCIA, Elio. Manual de bioética. Vol. II. São Paulo : Edições Loyola, p. 114. “ Como
dissemos, a atenção dos estudiosos concentra-se cada vez menos sobre os fatores
predisponentes de caráter biológico, genético e endócrino e cada vez mais sobre os
condicionamentos psicoafetivos. ‘Trata-se, em concreto, ou de total ausência dos pais, ou de
um estilo de educação essencialmente possessiva ou dura por parte da mãe, ou de uma
presença insignificante do pai, ou de uma falta de autonomia da criança, de uma relação
enfim, ou inexistente ou errada entre filho/filha e genitores.’ [Perico, L’omosessualita, p. 272]”

[4] REVOREDO. Oscar Alzamora. Ideologia do Gênero: Perigos e alcance in Lexicon:
Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas. Brasília : CNBB, 2007, p. 501.

[5] Esse fato ocorreu no dia 17 de maio de 1990.

[6] EGRECCIA, Elio. Manual de Bioética. Vol.II. São Paulo : Editora Loyola, 1997, p. 111/122.
AARDWEG, Gerard van den. Homossexualidade e Esperança. Lisboa : Diel, 2002, p. 83.

[7] "Ex-gays" tentam mostrar que é possível mudar a homossexualidade.
 http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1178870-ex-gays-tentam-mostrar-que-e-possivel-mudar-a-homossexualidade.shtml

[8]FRANCO. Carlos Alberto. Vitória de uma estratégia. O Estado de S.Paulo.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110516/not_imp719670,0.php.

[9] AARDWEG, Gerard van den. Homossexualidade e Esperança. Lisboa : Diel, 2002, p. 157/185.

[10] Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos
brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à
liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

[...]

I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;

II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

[...]

VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício
dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção dos locais de culto e a suas liturgias;
[....]

XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações
profissionais que a lei estabelecer.

[11] EGRECCIA, Elio. Manual de Bioética. Vol.I. São Paulo : Editora Loyola, 1997, p. 295. “Seria
impreciso atribuir a Freud uma pedagogia da libertinagem e da licenciosidade a respeito da
sexualidade. Ele justifica mecanismos de obstrução das forças instintivas e sugere o
mecanismo da sublimação, mas o fato é que em Freud teve início uma concepção
pansexualista e determinista da pessoa: o sexo é tudo, no sexo não se manda, as neuroses
e os sofrimentos da personalidade não são devidas a outra coisa senão às repressões da
sexualidade. Toda a educação tradicional é apresentada como uma repressão e a cultura
dos deveres como o resultado de uma neurose coletiva.” Cf. STORK, Ricardo Yepes.
Fundamentos de antropologia: um ideal da excelência humana. São Paulo : Instituto
Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lulio”, 2005, p. 311.

[12] STORK, Ricardo Yepes. Fundamentos de antropologia: um ideal da excelência humana
São Paulo : Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência “Raimundo Lulio”, 2005, p. 69. “ A
conduta não mediada pela reflexão e pala vontade, quer dizer, o sentimentalismo, produz
insatisfação. Adotar como critério para uma determinada conduta, a presença ou ausência
de sentimentos que a justifiquem, gera uma vida dependente dos estados de ânimo, uma
certa atitude escravizada. Os ânimos são cíclicos e terrivelmente mutantes: as euforias e os
desânimos vão se sucedendo, sobretudo nos caracteres mais sentimentais, desfazendo o
domínio da vontade. A conduta deixa de responder a um critério racional e depende de
como nos sintamos.

[13] MICHAELIS. Dicionário Prático da Língua Portuguesa. São Paulo : Melhoramentos, 2001,
p. 448.

[14] AGUIAR, Alexandre Magno Fernandes Moreira. A armadilha totalitária nos "crimes de
homofobia". Jus Navigandi, Teresina, ano 12, n. 1430, 1 jun. 2007 . Disponível em:
<http://jus.com.br/revista/texto/9969>. Acesso em: 8 maio 2013.

[15] Veja-se o exemplo da decadência da Grécia Antiga descrita pelo historiador grego
Políbios (208-125 a. C): “Já em nossos dias a Hélade inteira foi afetada por um descréscimo
generalizado da natalidade e consequentemente por uma queda acentuada da população;
assim as cidades foram ficando desertas e as terras deixaram de dar os seus frutos, embora
não se estivesse num período de guerras ou epidemias prolongadas. Então se alguém houve
sse opinado no sentido de mandarmos consultar os deuses a propósito dessa situação para
descobrirmos o que deveríamos dizer ou fazer a fim de voltarmos a ser numerosos e vermos
mais habitantes em nossas cidades, não seria isso um absurdo, já que a causa do mal era
óbvia e o remédio estava em nossas mãos?
Com efeito, a vaidade, a avareza e a lassidão das pessoas tinham chegado a tal ponto que
elas já não queriam casar, ou quando casavam não queriam ter filhos e criá-los, ou então
queriam ter um ou no máximo dois, de maneira a poder proporcionar-lhes uma vida faustosa
e vê-los crescer assim para dilapidarem a riqueza paterna; desse modo o mal aumentou
rápida e imperceptivelmente.” In POLIBÍOS. História. Editora Universidade de Brasília, 1996,
p. 541.

[16] DUMONT, Gerard-François. Implosão Demográfica na Europa? In Lexicon: Termos
ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas. Brasília : CNBB, 2007, p. 515/559.
Cf. SCHOOYANS, Michel. Controle de nascimentos e implosão demográfica. In Lexicon:
Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas. Brasília : CNBB, 2007,
p. 147/160.

[17] RHONHEIMER, Martin. Moral Privada e Relevância Pública. In Perspectivas sobre o
homossexualismo. São Paulo : Quadrante, 2011, p. 72.

[18] Idem, p. 73/76. Cf. GARCÍA, José Luis Gutiérrez. Família e Princípio da Subsidiariedade.
In Lexicon: Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas. Brasília :
CNBB, 2007, p. 394. “ A família, ou seja, a comunidade de pais e filhos baseada no
matrimônio, é o primeiro núcleo da sociedade civil e da comunidade política, origem e
fundamento de ambas, a instituição fundamental, que precede todas as grandes formações
sociais. Expressão originária da sociedade humana, origem natural e primeira escola do
homem, bem comum insubstituível a toda a sociedade e a toda a humanidade, sobre a
família se apoiam e dela nascem todas as outras relações socias. A família é sujeito ativo e
principal na configuração da justiça social, dos estímulos culturais, do desenvolvimento e do
sustento de um humanismo autêntico. Toda a imensa extensão da subjetividade criativa da
sociedade é alimentada pela família. É ela que sustenta, em cada geração, a contribuição do
trabalho ao desenvolvimento e ao progresso.

TEXTO ORIGINAL AQUI

quinta-feira, 28 de abril de 2016

ASSOCIAÇÃO AUXILIA QUEM DESEJA DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE

ASSOCIAÇÃO AUXILIA QUEM DESEJA DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE

A entidade foi fundada pelo ex-travesti Joide Miranda. A Associação Brasileira de Ex-LGBTTs funciona na capital matogrossense. Acompanhe uma entrevista do iG, de 2012, sobre o tema.  

iG: Qual é o objetivo da ABexLGBTT?


Pastor Joide: Abrimos a associação para apoiar aqueles que querem deixar o estado da
homossexualidade. Eles não têm onde receber apoio e precisam de acompanhamento
espiritual e psicológico. A entidade serve para mostrar a eles que há, sim, uma resposta.
Atendo há mais de dez anos essas pessoas e tenho uma metodologia que não sai da Bíblia.
Não sou psicólogo, sou um estudioso da Bíblia.



iG: A associação seria uma espécie de alternativa? O Conselho Federal de Psicologia
possui uma resolução que proíbe tratar a homossexualidade como um transtorno.



Pastor Joide:A Organização Mundial da Saúde decretou que homossexualidade não é doença, mas, na verdade, eu sofri um transtorno egodistônico. Isso estava na Classificação Internacional de Doenças (CID) da psicologia, mas
foi retirado. Precisei passar por uma psicóloga que conhecia e era evangélica. Hoje, se um
indivíduo procurar uma clínica e disser que sofre de um transtorno egodistônico de sua
identidade sexual, o profissional está proibido de atender. Existem muitas pessoas com esse
tipo de transtorno que não querem vivenciar essa vida e sofrem



iG: O senhor rejeita, então, a ideia de que a pessoa nasce homossexual?


Pastor Joide: (Enfático) Eu também acreditava nisso, mas a homossexualidade é uma conduta aprendida. Quando você conhece Deus, percebe que ele é soberano em todas as coisas. Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança? Se ele quisesse que eu vivenciasse aquele estado em que estava, tinha me feito com uma vagina.

iG: Quando duas pessoas estão juntas, mesmo sendo do mesmo sexo, elas
teoricamente se amam. Deus não é amor?

Pastor Joide: Um rapaz me disse uma vez que Deus estava no seu relacionamento.
Se estivesse, ele iria fazer o rapaz sentir prazer no ânus, onde chega toda a sujeira do corpo?
(Indignado) Que Deus é esse que faz um homem sentir prazer ao penetrar no ânus de outro
homem?



iG: Mas é, de fato, possível deixar de ser gay?


Pastor Joide: Com certeza! Se não fosse, a Bíblia estaria mentindo. O problema da 
homossexualidade não está embaixo e, sim, na mente. Muitas pessoas que querem mudar
dizem que não estão na prática do sexo, mas se masturbam pensando em homens. Como é
que eles querem ser libertos? Quando você se masturba, força sua mente a trazer desejos
pecaminosos. Ao invés de purificá-la, você está forçando-a se tornar mais pornográfica.
É preciso restaurar a mente.



iG: E como fazer isso?



Pastor Joide: A restauração da mente só vem através da conversão. A pessoa precisa
substituir aqueles desejos, comportamentos, amizades e a forma de falar. Na Epístola de São Paulo aos Romanos, no capítulo 12, versículo dois, a Bíblia diz: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito”. Isso quer dizer que meu círculo de amizade tem que ser transformado, as coisas que assisto e que me levam a ter uma mente pornográfica têm que ser mudadas. Se quero ser restaurado na minha identidade sexual, tenho que encher minha mente das coisas de Deus.



iG: Mas isso deve levar um tempo


Pastor Joide: Não é do dia para a noite. Precisa do esforço da pessoa. É isso o que muitas
pessoas não conseguem entender. Elas falam que estão há muito tempo na igreja e os
desejos continuam na mente. O que elas têm feito para que isso aconteça? Têm lido a Bíblia,
têm buscado as coisas de Deus, têm caminhado com o senhor? As pessoas acham que Deus
é uma fada madrinha e tem obrigação de fazer todas as coisas. Muitas coisas dependem
exclusivamente de nós.

iG: Como foi essa mudança para o senhor?

Pastor Joide: Eu me vestia, falava e andava como uma mulher. Sentava e cruzava as pernas.
Sentar de perna aberta foi um exercício, um esforço muito grande. Eu tinha o conhecimento
da palavra, Deus estava no comando de todas as coisas, mas tive que lutar. Quando dou
palestras, pergunto aos presentes se eles acham que foi fácil sentar de perna aberta e coçar
o saco. Não foi, não! (ri) Um anjo não desceu dos céus e disse que eu tinha que coçar o saco.
Eu me cobrava: “Joide, senta como homem! Coça o saco!” (ri) Quando existe o querer da
pessoa, Deus age e opera.

iG: Essa atitude de mudança não pode soar como homofóbica? Não devemos amar
igualmente os irmãos?

Pastor Joide: Amar, sim. Amo todo mundo. Amo os homossexuais, só não concordo com a
prática do homossexualismo. É totalmente diferente.

iG: E, na sua opinião, o que leva uma pessoa a virar homossexual?

Pastor Joide: São vários fatores. O que mais vemos são abusos sexuais na infância. Temos
também rejeição no ventre. Às vezes o pai sonha em ter um filho e, de repente, vem uma
menina. Outro fator são os pais que suprem toda a necessidade material do lar, mas
trabalham tanto que chegam em casa cansados para ouvir e brincar com os filhos. Há ainda
as crianças sem referencial paterno, só materno. O menino quer brincar com boneca e a mãe
não interfere. Leva ao psicólogo e ouve que não tem nada a ver e vai passar. Se formos olhar
a infância, em 99% dos casos o estado da homossexualidade começou lá. O inimigo das
nossas almas sempre age no início. É por isso que todos dizem que nasceram assim.

iG: O senhor costuma dizer que a mídia faz apologia aos gays. Os pais devem ficar
atentos à programação na TV?

Pastor Joide: A televisão traz uma péssima influência para as crianças. Quais são os filmes e
desenhos que elas assistem hoje? Os pais não têm essa visão. Atarefados, largam os filhos
em frente à TV. Pare e preste atenção. No filme “ Rio ”, por exemplo. Tem um buldogue
fantasiado de Carmen Miranda! (Indignado) Onde já se viu um cachorro brabo usar biquíni e
fantasia de Carmen Miranda? Também tem um barbudo, segurança do centro de recuperação
de aves, que sai do armário de tanga e rebolando. ( assista às cenas do filme "Rio" citadas
pelo pastor ) Qual é o objetivo? Saí do armário, declarei o que sou. Irmão, isso se chama
mensagem subliminar! Os pais precisam estar atentos. O adulto não percebe, mas a criança,
sim.

iG: Como foi sua infância? Como era a relação com seus pais?

Pastor Joide: Não tive uma boa relação com meu pai. Ele era alcoólatra, extremamente
agressivo. Em frente a minha casa morava um advogado. Quando tinha seis anos, esse
vizinho me levou para a casa dele e me molestou. Não houve penetração, mas fiquei
machucado. Cheguei em casa chorando, mas tive medo de contar para meu pai. O advogado
também me ameaçou, dizendo que ia me desmentir se eu contasse. Só que depois ele
começou a me tratar bem. Eu ia para a casa dele e recebia carinho e balas. Comecei a
ganhar desse homem o que não recebia do meu pai e ele começou a me molestar. Quando
tinha sete anos, ele me levava para o motel, tocava em mim e pedia para eu fazer sexo oral.
Ele fazia sexo oral em mim e se masturbava. Ainda me dava doces. Acabei ficando viciado
nisso. Logo vieram brincadeiras com outros meninos...

iG: Seus pais não perceberam nada?

Pastor Joide: Eu me tornei uma criança muito agressiva. Parei de estudar e meus pais não
perceberam nada. Sou o único homem de quatro filhos. Minha mãe não se preocupou tanto
comigo, tomava mais conta das meninas. Minha casa também vivia em pé de guerra. Meu pai
bebia, agredia minha mãe, me espancava e batia nas minhas irmãs. Foi nesse cenário que
aos 12 anos assumi minha homossexualidade.

iG: Como ficou a relação com seus pais após isso?

Pastor Joide: Com meu pai já não tinha um bom relacionamento. A minha mãe sofreu e chorou
muito. Amado, vou falar uma coisa: por mais que a mídia faça apologia ao homossexualismo
e de que os pais têm que aceitar a opção de seus filhos, no fundo, nenhum pai aceita porque
é um vazio dentro da alma. Todo pai sonha com a continuidade da família. A situação na
minha família foi ficando insustentável porque o problema não era mais só com meu pai e,
sim, também com minha mãe e minhas irmãs. Elas diziam que eu era uma vergonha e minha
mãe dizia que não tinha me feito daquele jeito.

iG: E por que virou travesti?

Pastor Joide: Eu tinha 14 anos. Segui esse caminho por causa da situação em que me
encontrava. Parei com meus estudos e saí de casa. Vi na esquina um grupo de travestis e
percebi que eles entravam e saíam de dentro dos carros. Perguntei se eles ganhavam
dinheiro naquela vida e ouvi que ganhavam muito. O diabo soprou no meu ouvido que aquela
era uma forma de me vingar do meu pai porque ele vivia dizendo que eu não valia nada, que
era um inútil. Fui provar para ele que ia ser alguém na vida.

iG: A prostituição te deu muito dinheiro?

Pastor Joide: Um travesti me levou para a esquina e ali comecei a ganhar dinheiro, ainda em
Cuiabá. Fui ganhando cada vez mais e me disseram que no Rio teria mais lucro. No Rio, me
disseram que em São Paulo ganharia mais. Segui pra lá, onde coloquei quatro litros e meio de
silicone no meu quadril. Em São Paulo, conheci travestis com carro do ano, muito chiques.
Perguntei onde eles ganhavam tanto dinheiro e me disseram que em Paris ganhava-se mais...
iG: E foi para a França?

Pastor Joide: Já fazia cinco anos que estava na prostituição, juntei uma quantia e viajei.
Cheguei a retornar ao Brasil, mas não me adaptei. Voltei para a Europa e morei em Portugal,
na Espanha, Itália e Grécia. Em Barcelona, coloquei 380 ml de silicone no peito. Em Milão,
conheci um italiano que dizia ser apaixonado por mim. Ele me levou para conhecer sua
família, fomos morar juntos e deixei a prostituição.

iG: Como foi esse relacionamento?

Pastor Joide: Não há fidelidade nesse tipo de relação. Meus amigos não eram fiéis aos seus
parceiros, como eu não era ao meu e nem ele a mim. Esse é um aspecto que a mídia não
mostra. Uma coisa é estar diante da sociedade, outra coisa é quando se encontra só. Na
frente das pessoas, mostrávamos o glamour, todos bonitos e produzidos. Quando nos
encontrávamos a sós na madrugada, questionávamos a vida miserável que estávamos
vivendo. Muitos iam para as drogas e bebidas para disfarçar aquela hipocrisia. Olhava meus
amigos gays e travestis na faixa de 50 e 60 anos e via como eles sofriam. Não tinham
parceiros e aqueles que tinham era por causa do dinheiro. Eu pensava que, se não morresse
naquele momento, aquilo ia acontecer comigo.

iG: Quando as coisas começaram a mudar?

Pastor Joide: Minha mãe aceitou Jesus e começou a falar que ele tinha uma obra para minha
vida. Mas eu achava que não havia solução. Um dia, com mais de cinco anos de
relacionamento com o italiano, flagrei uma traição dentro da minha casa. Fiquei muito abalado
porque entendi que a beleza que eu tinha não adiantava nada. Voltei ao Brasil e fui à igreja
após um convite da minha mãe. No culto, o Espírito Santo falou ao meu coração e entreguei
minha vida a Jesus. Não foi fácil. Foram quatro anos de renúncia, sendo acompanhado por
uma psicóloga. O meu interior estava todo bagunçado.

iG: Chegou a ter recaídas nesse período?

Pastor Joide: (Enfático) No primeiro ano, claro que tive! Só que nelas eu chorava, pedia
socorro e procurava a pastora que me ajudava. Falava que não ia dar conta. Foi aí que Deus
deu o discernimento para ela e fui viver na sua casa. Lá, tive uma injeção de fé.

iG: Como conheceu sua esposa?

Pastor Joide: Enquanto dava o meu testemunho em um ginásio. Dois meses depois, nos
reencontramos. Ela foi à igreja onde eu frequentava e começamos a ficar amigos. Gostei tanto
dela que, quando vinha a vontade de voltar ao passado, dizia que não podia decepcioná-la.
Ela confiava demais em mim. Ainda éramos amigos e eu falava para a Edna chorando que
não ia dar conta. Mas ela dizia que eu ia conseguir, sim. Olhava e pensava: essa menina é
realmente minha amiga. Isso foi criando uma força.

iG: Na construção do relacionamento, foi fácil começar a desejar uma mulher?

Pastor Joide: Quando comecei a ter sentimentos pela minha esposa nem eu mesmo queria.
Mas comecei a observar que era um sentimento diferente, algo que não tinha tido por ninguém
Minha mão suava, meu coração parecia que ia sair pela boca e me dava uma tremedeira.
Depois entendi que estava apaixonado e que esse amor vinha do trono da glória de Deus.
Quando ficamos noivos, sonhava, desejava e ansiava em tê-la nos meus braços. Posso dizer
que casei virgem porque fazia uns quatro anos ou mais que não tinha relação com ninguém.
Era um novo homem. A Edna não casou com um travesti e, sim, com um homem 100%
heterossexual, restaurado na sua identidade sexual pelo poder do evangelho. Entre namoro,
noivado e casamento já são mais de 17 anos.

iG: O senhor ainda conta com alguma ajuda psicológica?

Pastor Joide: Não preciso mais. Posso ver homem nu, de bunda de fora. Deus restaurou
minha identidade e quando ele faz isso não há força maligna que faça você voltar atrás. Mas
não fiquei com amnésia. Lembro do meu passado, as feridas foram cicatrizadas, mas estão
aqui. Elas servem para cicatrizar as feridas expostas de outras pessoas.

iG: Qual é sua opinião sobre as igrejas evangélicas inclusivas, que aceitam gays?

Pastor Joide: Amigo, as pessoas usam a Bíblia para satisfazer a vontade da carne. Elas não
querem crucificar a carne, querem viver um cristianismo sem renúncia. O fato de as pessoas
andarem com Jesus, falarem dele e abrirem igrejas não quer dizer que elas estão com Jesus.
Esses pseudopastores fundam essas igrejas dizendo que Jesus é amor, mas ele também é
justiça. É mais fácil achar que Jesus é só amor e viver no pecado. A crucificação dói e muitos
não querem isso...

iG: Como o senhor pretende contar a sua história para seu filho daqui a alguns anos?

Pastor Joide: Com a maior naturalidade possível. Vou contar que o pai vivia na iniquidade e
não conhecia Jesus. Quando o pai é amigo, conselheiro e explica, não tem confusão. Quero
começar a conversar sobre sexualidade com meu filho aos cinco anos. Quando ele começar a
ir à escola, vou falar para não deixar ninguém pegar na sua bunda. “Filho, não tem nada de
(faz voz de criança) piu-piu”. Quando dou banho nele, brinco e falo: (engrossa a voz) “Tira o
cacete pra fora, rapaz!” Se minha mãe me corrige, dizendo que não é cacete, respondo:
(bravo) “Que negócio é esse da vovó dizer bilu? Bilu, o quê? É pinto (rir)


Informações:

contato@ministeriojoidemiranda.com

e-mails opcionais: prjoide@ministeriojoidemiranda.com ou joideeednamiranda@gmail.com

terça-feira, 19 de abril de 2016

Livre do PECADO Sexual



https://youtu.be/KIMqIHJXQDg


"Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça." (Romanos 6.14)
Para saber mais ou baixar em áudio ou vídeo acesse:
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sábado, 16 de abril de 2016

SE VOCÊ DESEJA DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE, ASSISTA ESTE VÍDEO!

Testemunho de David Upton. Jesus Cristo Me Salvou de 27 Anos de Homossexualidade


https://youtu.be/1eOuBuEwzm0?list=WL


Meu nome é David, eu tenho 44 anos, e este é o testemunho de como Jesus Cristo me salvou de vinte e sete anos de homossexualidade. 
Eu digo estas coisas em amor, não por ódio. Eu digo estas coisas como alguém que passou por isso, que sabe como é, que sabe como é viver nisso (homossexualidade), que sabe quão sem esperança isso é. 
Claro, você pode gostar da sua vida, você pode gostar de aspectos da sua vida, você pode gostar dos aspectos sexuais dela, do álcool, do que for, mas não há verdadeiramente uma alegria permanente nisso. Uma hora ela passa e você tem que fazer mais, buscar mais. 
Então eu te peço para buscar o verdadeiro amor, a verdadeira alegria, a verdadeira satisfação que só pode ser encontrada em ser reconciliado com Deus através de Cristo, pela obra de Cristo na Cruz.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Homossexualidade – algumas explicações e orientações para quem NÃO deseja praticá-la

Adaptação de material recebido por email constando como autores: Thais Souza, psicóloga e Dr. Cesar Vasconcellos, médico psiquiatra 

Homossexualidade é uma conduta desenvolvida ao longo de anos especialmente no convívio familiar no qual a pessoa faz escolhas muito sutilmente, muito inconscientemente sobre sua orientação sexual. 

A ciência não comprova que uma pessoa nasça homossexual. Ela pode nascer com muita sensibilidade afetiva – que influencia a formação da imagem sexual, mas não se nasce homossexual. 

A homossexualidade é fruto de uma combinação de fatores: influências recebidas pela mãe durante a gestação, tais como preparar-se para ter uma menina quando na verdade tem um menino em seu útero e continuar tratando a criança como sendo do sexo desejado pela mãe ou pelo pai; acontecimentos no ambiente de crescimento da pessoa; abuso sexual; e sensibilidade pessoal. 

Uma pessoa pode crescer sob influência de sua mãe ou pai desejando um sexo diferente e não desenvolver a homossexualidade. Como? Sendo equilibrado afetivamente e com modelos de imagem sexuais dos pais. 

Além disso, se a pessoa conseguir ter uma sensibilidade afetiva não fragilizada, isso também contribuirá para que não desenvolva as influências homossexuais, mesmo sofrendo influências de terceiros. 

Uma coisa é o preconceito contra homossexuais; outra é dizer que a homossexualidade é natural. Nenhum tipo de preconceito pode fazer parte da vida de ninguém. Ao mesmo tempo, a ideia de que a homossexualidade é natural não é uma verdade comprovada cientificamente

A opção pela orientação homossexual é realmente uma questão de escolha até certo ponto, mas isso também não significa dizer que exista um “terceiro sexo”. Isto não existe genéticamente falando. Não existe cromossoma homossexual, apenas relativo ao sexo masculino ou feminino. Olhando pelo prisma cristão, Deus fez homem e mulher, macho e fêmea em todo reino animal (Gn 1:27). Quanto ao ser humano, são apenas dois gêneros que se completam fisicamente, psicologicamente e espiritualmente. 

A homossexualidade é uma busca erotizada para suprir profundas necessidades de afeto. Claro que pessoas heterossexuais, infelizmente, podem também buscar na sexualidade exageradas compensações afetivas, que não conseguem ter numa relação em que o afeto fique na esfera do carinho, sem se voltar logo para o erotismo. Mas isto é um distúrbio e não uma normalidade nas relações afetivas humanas. 

Muitos heterossexuais têm compulsão pelo sexo e isso não é normal. Geralmente um rapaz homossexual deve ter tido uma imagem masculina paterna muito fraca, apagada e, talvez, uma mãe muito dominadora e possessiva que tinha aquele filho como uma espécie de aliado para sua (da mãe) solidão afetiva conjugal. 

Se o rapaz teve também uma extrema sensibilidade afetiva para questões de afeto, ele pode ter desenvolvido uma ambivalência para com sua mãe, ou seja: por um lado sentindo apego exagerado a ela porque ela foi, para ele, “forte” e protetora. Por outro lado, quem sabe ela tenha tentado compensar muito a ausência do marido e pai por meio do filho, fazendo do menino seu principal confidente e usando-o como companhia.

Além disso, essa mãe pode ter sido possessiva ou castradora do desenvolvimento afetivo de autonomia e de autoestima. Isso pode ter gerado no rapaz uma raiva da mesma mãe e um distanciamento da figura feminina. Por isso, quando adulto, ao se relacionar com uma mulher, por causa desse tipo de relação não saudável com a mãe, o rapaz pode gostar de se aproximar do sexo feminino enquanto houver apenas a sensação de proteção ou companhia. 

Consequentemente, pode se afastar das mulheres no âmbito amoroso por sentir-se incomodado, ameaçado ou inseguro quando houver manifestações erotizadas. Isso porque a imagem da mulher erotizada para ele pode significar castração, possessão, constrangimento, impedimento de sua liberdade interior e, portanto, desprazerosa. 

Veja o quanto o papel saudável da mãe é fundamental para uma visão saudável e positiva que a criança terá do sexo oposto. Porém, isso não explica tudo porque há rapazes com a orientação homossexual que tiveram outro modelo de família, embora este seja o mais clássico para a homossexualidade masculina. 

Interessante observar que o homossexual masculino gosta da presença e companhia femininas enquanto a questão erótica não estiver relacionada com tal aproximação. E, no âmago de seu ser, ao procurar um parceiro do mesmo sexo, parece que ele está buscando aprovação, carinho, proteção – mais do que sexo em si. 

Só que isso pode ser, geralmente, de modo inconsciente. Um homossexual pode ter profunda angústia (vivida não só como angústia, mas como tristeza, geralmente irritabilidade fácil, desânimo, culpa, etc.) que ele (ou ela) procura canalizar para a prática homossexual, assim como um heterossexual pode fazer isto com a sexualidade também. 

Sexo em geral é prazeroso e, claro, é o contrário de angústia. Portanto, o sexo é um dos instrumentos mais comumente usados para o alívio ou o mascaramento da angústia que deveria ser enfrentada conscientemente para se encontrar soluções funcionais e equilibradas para ela. 

É bem provável que, por vivermos em uma geração altamente angustiada é que temos, ao mesmo tempo, uma sociedade supererotizada. 

O detalhe é que poucos sabem que o vazio emocional permanece porque a solução para a humanidade não está na sexualidade, mas na presença interior do amor. Amor por si mesmo e pelo próximo sem necessariamente expressá-lo através do sexo. 

Para uma pessoa que tem impulsos homossexuais pode ser tão difícil mudar seu comportamento como é difícil para um dependente químico deixar a compulsão para o consumo das drogas. Porém, jamais impossível! 

Mas, a pessoa homossexual pode aprender a lidar com estes desejos, assim como uma pessoa alcoólatra consegue permanecer sem a bebida, mas ainda sentir vontade de beber. Mas o domínio próprio o ajudará a manter-se longe da prática indesejada pelo seu consciente. 

Não faço esta comparação para afirmar que a homossexualidade seja uma doença, mas para demonstrar que, se a pessoa decide não praticá-la, isto é possível e pode ser controlado. 

Assim, muitos homens e mulheres que sentem impulsos homossexuais podem aprender a não se deixar levar por eles, e conseguirem mudanças comportamentais, se desejarem isto. 

Há homossexuais que praticam o ato; há outros que sentem o desejo, não praticam e sofrem constantemente; e ainda há aqueles que sentem o desejo, não praticam, e aprendem a canalizar esta energia para outras áreas da vida sem passar o resto da vida com muito sofrimento. Não digo sem nenhum, mas sem muito sofrimento. 

Algumas pessoas, entretanto, já relataram conseguir parar de sentir desejos homossexuais. Permanecer homossexual é mais uma questão de escolha pessoal do que de determinação biológica ou impossibilidade de mudança interior em algum nível como os citados anteriormente. Claro: não é fácil. 

Deixar as práticas homossexuais envolve uma luta interior imensa. Mas, quem não quer se entregar aos impulsos e desejos homossexuais pode aprender a lidar com a angústia que está por detrás dos mesmos e obter alguma mudança que promova paz interior. Como? 

Listarei algumas dicas. Se a pessoa deseja não seguir pelo caminho da homossexualidade, 
1.ela pode começar a evitar alimentar ou dar vazão a pensamentos com relação à homoafetividade. Isto pode se tornar mais fácil se a pessoa passa a evitar sites da internet, revistas e tudo o que a incentive a isto (Cf. Filipenses 4:8). 

2. Ela também pode procurar se afastar de qualquer amizade com pessoas que tenham tendência homossexual. Não por discriminação a elas (afinal, somos todos iguais aos olhos de Deus), mas pela decisão que tomou de evitar se colocar em situações que estimulem o desejo homossexual. A pessoa pode seguir a sua decisão baseada nos princípios e valores os quais ela decidiu seguir. 

3. É importante que o indivíduo não se pressione a todo tempo quanto a ter ou não o desejo homossexual. Às vezes eles demoram um pouco passar, mas a pessoa pode aprender a lidar com eles e com o tempo abandoná-los completamente.

4. A pessoa pode canalizar a energia que seria direcionada para os contatos homossexuais para outras áreas da vida dela: desenvolvendo um trabalho que goste ou um estudo, tendo um hobby que a ajude a ter satisfação, fazendo exercícios físicos para a diminuição da ansiedade, tendo atividades na igreja, na comunidade, etc. Isto poderá não resolver a questão, mas ajudará a pessoa a ter outros canais de prazer, de alegria e de satisfação na vida, em suprimento e substituição do prazer vivido em uma relação homoafetiva. 

5. Se a pessoa é cristã, recomenda-se que tenha um tempo diário com Deus, a fim de apresentar para Ele o que ela está sentindo (Filipenses 4:6) e receber dEle a força que precisa, assim como o alívio de sua angústia (Salmo 34:18). 

6. Conversar com alguém que seja neutro no assunto e que possa ajudar no sentido de ouvir e compreender, é muito importante porque traz alívio. Em muitos casos, um auxílio psicoterapêutico ajuda a aprender a lidar com o sofrimento existente(com um psicólogo, cuidado com quem for tratado pois poderão te levar a aceitação do que você deseja abandonar). No entanto, se esta pessoa é cristã e deseja seguir seus princípios e valores, é mais interessante que ela procure uma ajuda de um profissional também cristão, por este ter um entendimento mais prático do que é desejar seguir a Cristo, deixando de lado os próprios desejos que não condizem com os princípios escolhidos por essa pessoa. 

7. E, por último, se o homossexual acredita em Deus, é fundamental que jamais duvide do amor divino (1João 4:8, 16) por ele. O Criador ama a cada um incondicionalmente, e não faz acepção de pessoas (Romanos 2:11). Ele está disposto a ajudar tanto hetero quanto homossexuais a serem felizes nessa vida (3João 2), e a se prepararem para a vida futura que prometeu a todos aqueles que O amarem e O aceitarem como Salvador pessoal (João 3:16).

Fonte: Recebido por Email de um ex-homossexual



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